Ainda não sei se sou aquilo que realmente quero ser. Posso até estar sendo aquele que vou querer ser. Talvez eu seja aquilo que dizem que sou. Com os defeitos e qualidades, os quais resumo num só termo: Características.
Sou, fui, serei. Conjugarei os verbos que me fizerem acreditar no que ainda posso ser: um ser vivo.
Minhas características são minhas. Não ouse comparar-me ao seu ex-namorado, seu ex-marido ou ao seu ex-sei lá. "Eu sou eu, nicuri é o diabo".
Parafraseando o maluco beleza, levo a minha barra...e o meu farol. Fundo a cuca e fodo os pensamentos. E eu queria ser o Raul Seixas...
Preste atenção no que sou e tente ser você mesmo. Não seja eu. Salvo se eu mandar.
E se eu fosse você, deixaria um comentário. Mesmo que para me xingar, me chamar de otário. Pode até deixar seu RG, afinal, não passamos de números, estatísticas.
PARE! ACENDA OS FARÓIS! IDENTIFIQUE-SE!
Sei que muitos comentaram anteriormente no blog antigo. Resolvi republicar este texto e agradecer aos tantos que comentaram no antigo blog. São eles: Cássio Pinchemel, Liu Sena e Euro Predes. Se seu nome não apareceu aqui, ou esqueci(o que não é provável) ou realmente você não comentou antes. Então, o faça! Tá esperando o quê?
3 comentários:
Você já percebeu que o verbo "ser" é o verbo mais anômalo da língua portuguesa? Sou, fui, serei... Todos têm uma grande diferença nos prefixos e sulfixos. É porque tudo que é um ser é único. Nem que seja um simples RG. Você pode até encontrar alguém que tenha, por coincidência, o mesmo RG que o seu. Mas a data ou a nacionalidade do RG com certeza é diferente. Isso é que traz a beleza de eu não ser você. E vice-versa.
;) Abração!
intiresno muito, obrigado
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